


(Usar vários pares de sapatos para representar os pais)
Vamos homenagear uma pessoa muito especial, e vamos representar essas pessoas assim (mostrar um par de sapatos) com seus sapatos, pois acreditamos na caminhada que ele faz com cada um desses pares.
Vamos homenagear os pés desse guerreiro que levanta bem cedo e vai para o trabalho para nos dar o sustento. (sapato de trabalhador)
Vamos homenagear esse pé esportivo que além do trabalho precisa também de lazer. (Tênis) Vamos homenagear esses pés que descansam ao lado de sua família, em casa, dialogando, rindo, brincando, amando. (chinelo do papai)
Vamos homenagear até esses pés que calçam a chinela, muitas vezes, motivo de educar os filhos – Menino, fica quieto senão leva umas chineladas!
Homenagear esses pés que colocam o melhor sapato para ensinar aos filhos o caminho da fé, da igreja, de saber que quando estamos diante do Pai maior é que devemos oferecer a Ele o nosso melhor. (sapato fino)
Vamos homenagear os pés que calçam esse sapato e que trazem, junto dele, seu amor, todo o cuidado possível, oferecendo o que tem de melhor a todos esses outros sapatinhos aqui. ( Sapato do pai e vários sapatinhos dos filhos )
Mas, espera ai, gente? Quem é que a gente está homenageando? Será que são os sapatos?Claro que não! Nós estamos homenageando os donos deles! Nossos Pais!!!, porque hoje é o dia do vigilante da família.
Daquele que é o suporte, a força maior, o abraço amigo e seguro de uma família.
Aquele que conduz com coragem sua família a grande barca onde Jesus nos chama a ter fé e ir ao seu encontro.
Fonte: www.catequisar.com.br


Objetivo: Mostrar que a fé deve estar ligada com a realidade e participação da comunidade.
Material: 3 copos com água e 3 Sonrisal (efervecentes).
Como funciona
- O Sonrisal é a nossa fé, o copo com água é a comunidade;
- No 1º copo colocar o Sonrisal fechado no lado de fora do copo. Será que nossa fé não está igual o Sonrisal, fechado e alheio à comunidade? Será que nossa fé não está alienada?
- No 2º copo colocar o Sonrisal fechado dentro do copo. O Sonrisal está na água mas não se mistura. Nós estamos dentro da Comunidade, mas será que não estamos fechados ao próximo que nos pede ajuda? Será que não vivemos uma fé individualista?
- Abrir um Sonrisal e misturar com a água do 3º copo.O Sonrisal irá se misturar com água e se transformará em remédio. Nossa fé dever ser transformadora, inserida na comunidade, deve estar ligada à ação.
“A FÉ SEM OBRAS É MORTA”
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Objetivo: Motivar os participantes em sua caminhada de grupo, ajudar a se conhecerem melhor e conhecerem-se uns aos outros.
Como funciona
- A dinâmica é um pouco parecida com “amigo secreto”. Se for possível, deverá acontecer durante o ano todo ou por um longo período;
- Pegar os nomes dos participantes, colocar numa pequena caixa, e redistribuir aos mesmos. A pessoa não poderá pegar seu próprio nome;
- Cada um será o “Anjo da Guarda” daquela pessoa que pegou. Deverá mandar mensagens de otimismo quando ela estiver desanimada, elogiar quando fizer alguma coisa boa, ou criticar quando a mesma estiver atrapalhando a caminhada do grupo;
- O Anjo da Guarda não deverá revelar o seu verdadeiro nome. Usará um pseudônimo ou apelido. Deverá ter uma caixa onde todos colocarão suas mensagens para serem distribuídas no final de cada encontro;
- Depois de um tempo definido pelo grupo deverá acontecer a revelação dos anjos. Depois poderá fazer um novo sorteio.

Esta Dinâmica pode ser usada como complemento, quando for trabalhados temas como: Mãe e/ou pai; Educação da infância, Meninice e Adolescência; e/ou Amor e segurança.
Material: Alguns pacotes de bombons
Como funciona
- Solicitar que as pessoas do grupo fechem os olhos, estendam as mãos e aguardem;
- Distribui-se os bombons de maneira desordenada, isto é, alguns recebem muitos, outros receberão poucos e alguns não receberão nada;
- Peça para abrirem os olhos e pergunte o que sentiram: alegria, tristeza, decepção, desânimo, inveja.
Conclusão
- Os nossos filhos estão assim: de braços abertos, de mãos estendidas, confiando em nós, cheios de expectativas.
- E nós, o que temos dado a eles? Pouco? O suficiente?
Ótima dinâmica para ser aplicada em um grupo com pais, mães, tios, etc.


Passos
Distribuir a todos os participantes pedaços de cordão, com cerca de 80 cm de comprimento cada.
- Pedir que todos partam o cordão que receberam em dois pedaços. (Provavelmente todos vão conseguir);
- Pedir que todos juntem os dois pedaços, formando um cordão mais forte, e tentem parti-los ao meio, transformando o cordão original
em quatro pedaços. (Aqueles que não conseguirem devem ser ajudados pelos vizinhos);
- Pedir que todos juntem os quatro pedaços, formando um cordão ainda mais forte, na verdade quatro vezes mais forte que o original. Pedir que todos partam este novo cordão (Formado pelos quatro cordões juntos) no meio. Provavelmente ninguém vai conseguir, pois o cordão, alem de estar quatro vezes mais forte estará com apenas 20 cm o que dificulta a ação.
Conclusão
- Perguntar aos participantes a que conclusão chegaram após esta experiência.
O Casal Coordenador enfim conclui:
- O Cordão original representa um membro da família sozinho. É fraco e pode ser rompido com facilidade. é vulnerável e sujeito a desviar-se do bom caminho.
- O Cordão duplo representa dois membros da família juntos. Já são mais fortes. Um protege e ampara o outro. Mas… ainda podem ser partidos. Não representam uma família.
- O Cordão quádruplo representa a família constituída de PAI, MÃE e FILHOS. Esta sim, é forte. todos se amparam, protegem. Os mais velhos (os pais) instruem e educam os filhos. Todos tem maiores chances de serem felizes e prósperos, vencedores na vida.


Objetivo: Focalizar a diferença que existe entre atitudes mecânicas e gestos carinhosos.
Material: Papel
e fita dupla face..
Passos
- Conforme as pessoas forem chegando, recebem um papel para colar na testa, sem poder ler o que está escrito nele;
- Ao sinal, cada um começa a realizar o que está escrito na testa da pessoa que está em sua frente;
- Quando outro sinal for dado, cada pessoa tentará acertar o que está escrito na sua própria testa.
Sugestão de tarefas: Aperte a minha mão; converse comigo; me conte um caso; preciso de um sorriso; preciso de um abraço; faça uma careta; me conte um segredo; me dê um beijo; me fale do amor. Em seguida organize a turma em círculo e comente sobre a questão das aparências
.
Para refletir: às vezes, a pessoa age como máquina, repetindo gestos mecanicamente para agradar àqueles que estão ao redor, mas na verdade o sentimento não é sincero.
Fonte: livro Dinâmicas Criativas, enviado por Flora Barreto, Guanambi, BA.